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Caso quentinho, saindo do forno.
Sabem Hospital Público, daqueles bem grandes que todo o caso é levado para lá, que vêm pessoas do interior para ele, que vive em greve, sempre aparece na televisão por causa do tumulto e descaso?
Pois é, a aula prática hoje foi lá.
Meu setor era o CTQ (Centro de Tratamento de Queimados). Mas até chegar nesse setor (aliás, quando mais eu andava, mais longe ficava. Hospital grande demais!) a gente tinha que passar pelo PS (Pronto-Socorro), onde ficam os piores casos. E os maiores descasos também. Gente jogada no corredor é o de menos lá.
Mas não é sobre isso que vou falar. Quero contar sobre o papel importantíssimo que exerci lá hoje.
Fui ao CTQ e não é espantoso e chocante como eu pensava. As crianças estavam enfaixadas, não dava para ver as queimaduras e elas estavam bem tranqüilas. A criança que eu fiquei era super esforçada estava fazendo os exercícios para “esticar a pele” (não sei como se chama) com dor, mas estava lá, firme e forte.
Mas também não é sobre isso que eu quero falar.
Estava eu muito bem lá na enfermaria do Centro com o menininho lindo quando comecei a sentir muito calor (mas quando eu digo muito é MUITO mesmo). Resolvi ir ao corredor para ver se melhorava. Foi quando tudo começou a ficar preto, as pernas bambas e um enjôo. Fui me encostar na parede, mas as pernas não agüentaram e eu despenquei no chão. Bati a cabeça na parede e no chão. As batidas estalaram com a força da pancada.
Não cheguei a ficar inconsciente, fiquei semi-consciente. Escutava as pessoas se aproximando de mim, falando, mas não conseguia abrir os olhos.
Foi um corre-corre que vocês não queiram imaginar! Depois me sentaram e eu disse que estava passando mal.
Ah, jura?! Ninguém percebeu! Haha
Tirei minha bata pra ver se o calor passava e nada.
Mediram minha pressão e deu 7 por 4. Só sei que me levaram a uma sala onde me deitei na maca e fiquei esperando melhorar.
Mas ainda escutei o médico dizendo: “o lábio dela é dessa cor ou é batom?”
Detalhe: meus lábios estavam roxos! ¬¬
Aí queriam me dar soro para subir minha pressão. Mas quando escutei o nome “agulha”, abri os olhos na mesma hora, meu sangue voltou e eu comecei a melhorar. Kkkkkkkkk
Depois de um tempo fui sair da sala que me levaram e queriam que eu fosse de cadeira-de-roda, eu disse que não precisava que dava para ir andando mesmo.
Enfermeira: “ah, nessas horas ninguém quer ser paciente kkkkkk”.
Se alguém tiver entendido a graça, por favor, me diga porque eu não vi nenhuma. ¬¬
Pois bem... virei atração do CTQ. Era tudo mundo vindo me ver, perguntando se eu tava melhor... mas até aí eu não tinha entendido a dimensão do meu estrelato. Até que quando fui passando por uma enfermaria uma senhora gritou:
“Olha, filho, foi aquela menina ali ó (me apontando). Corre pra ver”.
Como assim?! O.O
Eu ia fugindo do setor quando chega o maqueiro, Allison, correndo e dizendo: “Ah, você é a menina que caiu né? Vamo lá porque você vai ter que tirar raio-x da cabeça”.
Eu: Ta bom... vai indo na frente que eu vou já
Ele: Haha... você tá brincando né?! Conheço sua fama de fujona de exame. ‘Vamo simbora’.
Candy bege, passada!
Rodamos o hospital todinho até chegar à recepção que era para preencher meus dados. A medida que vou andando os médicos e enfermeiros vão passando e perguntando “como está, Candy?”.
Como eles sabem meu nome?! O.o
Detalhe: esse era outro setor completamente diferente de onde eu passei o vexame. Que coisa!
A recepção estava lotada!!! Passei na frente do lote de gente porque eu estava com uma requisição de exame já. Na hora que eu tava informando meus dados, Allison olha a cor dos meus braços e diz:
“Ai... você ainda está passando mal. Olha sua cor!”
Eu: Não não... essa é minha cor normal.
Ele: Af... Imagine você passando mal
Eu: ¬¬
E Allison o tempo todo comigo. Fui atrás do médico para ele assinar um papel. Aliás, que médico! Meu sangue voltou rapidinho! Hehehe
E mais gente passava por mim e perguntava como eu estava e me chamavam pelo nome!
O homem do raio-x tirou muita onda comigo, perguntando se eu tava madura, se tinha sido emoção e dizendo que eu ia ter que tirar meu aparelho de contenção para não dar pane na máquina... Muiiiito figura o homem! E também me chamando pelo nome.
Depois que peguei a radiografia, fui voltar ao medico para ele olhar e ver se eu tinha alguma coisa.
Onde eu passava os médicos e enfermeiros iam me desejando melhoras e eu rindo já. Depois que consegui me despedir de todo mundo, que o médico disse que estava tudo bem comigo... fui embora do Hospital. Quando chego na porta escuto um berro:
“C-A-A-A-A-N-D-Y-Y-Y-Y-Y-Y”
Levei um mega susto! Já pensei que eu tivesse morrendo de novo! Era o recepcionista me chamando para desejar melhoras e dizendo que tinha mais gente querendo se despedir de mim. Kkkkkkkkkk
Só sei que fui embora morrendo de vergonha de toda a situação e prometendo voltar na próxima semana para continuar com o serviço.
“Mas dessa vez faço o atendimento em pé”, foi o que eu disse.
Hehehehe
*Ah, não me perguntem o que eu tive porque eu não sei. Deve ter sido falta de comida porque tomei café da manhã muito cedo.

criado por Candy
20:33:37Não sei quanto a vocês, mas eu não agüento mais essa história sem fim.
Espero que essa parte seja a derradeira.
Parte IV
A vida pode até não ser estática, mas “reaver a amizade”, foi apenas uma manobra literária para prender o leitor.
Candy, por intermédio de outra pessoa, fica sabendo que Mallukinha fez uma cirurgia muito séria. Voltando ao tempo, há de se lembrar que a mãe de Mallukinha faleceu devido a um câncer.
E agora, Mallukinha, estava seguindo o mesmo caminho.
Candy quando soube ficou desesperada, passada, triste, nervosa... em um misto de emoções e decidiu que era hora de voltar e que a amizade entre elas existe sim e é verdadeira.
Mandou SMS, mas não obteve resposta. Até que a tia de Mallukinha ligou de volta e disse que a sobrinha não podia falar porque ainda não estava forte o suficiente.
A cirurgia foi no domingo. Candy ficou sabendo (por intermédio de terceiros) na terça. Na quinta Candy ligou para a Tia e quis saber se dava para passar no hospital para visitar a amiga.
Depois de gaguejar um pouco a Tia disse que a sobrinha tinha tomado remédio e estava dormindo.
“Então ta... amanhã de manhã eu passo aí”
“Ta certo, Candy. Beijo, tchau”.
Sexta de manhã Candy liga e ninguém atende, nem retorna.
Sábado de manhã Candy liga e ninguém atende, nem retorna.
Depois de conversar com uma “amiga” (aquela que ela duvida do caráter)chega algumas suspeitas. Ela começa a pensar que talvez Mallukinha não queira recebê-la. Não necessariamente algo pessoal, e sim de não querer receber mais tantas visitas.
Talvez sim. Talvez não.
Tudo que Candy sabe é que vai esperar a amiga voltar pra casa para ver se a mesma vai querer vê-la. Ela vai respeitar esse tempo que a amiga talvez esteja precisando.
O final da história ainda está em aberto. Não tem como se saber se será feliz ou não. Só esperar para ver.
Maria Luiza. Mallu. Malhú. Mallukinha. B1. Feijão. Feijãozinho. Alma Gêmula. Independente de tudo e qualquer coisa eu amo demais.
*Prometo não fazer vocês lerem uma história tão grande assim. Primeira e última vez.
**Não, eu não sei o estado de saúde dela.

criado por Candy
20:40:27Parte III
Só que essa amizade não contava com uma coisa...
E quem esperava que as duas fossem se distanciar e se tratar praticamente como estranhas? Pois é, foi isso que aconteceu com elas.
Março de 2007 e as atividades da faculdade ficavam cada vez mais intensas e as duas garotinhas faziam parte de grupos de trabalho diferentes. E então veio a monografia. Ah, a monografia...
Candy nunca escondeu de ninguém que, de fato, não é uma pessoa muito fácil de se conviver no dia-a-dia. E a monografia veio para confirmar isso: enquanto os alunos procuravam uma dupla para fazer este longo trabalho (sim, sim... a faculdade aceita monografia em dupla), a Candy preferia fazê-lo individual. E esse era um tema que não se entrava nem em discussão, ela ia fazer sozinha e ponto final.
“É um trabalho que leva o ano todo. Não tenho paciência de conviver com alguém tanto tempo colado/pregado junto comigo. E outra, quero fazer um ótimo trabalho e esse será um mérito meu. Só meu”.
E quem discutiria com esse jeito decidido, arrogante, presunçoso e inflexível da Candy?
Mallukinha já sabia de tudo isso e não levou pelo lado pessoal. Pelo menos era o que se achava e até hoje ninguém pode ter certeza de nada.
Talvez ela não tenha tido confiança suficiente em si para fazer sozinha, então, procurou uma amiga para formar a dupla de monografia.
Isso em nada mudaria a amizade entre ambas. Isso era o que Malukinha pensava. Mas Candy, com a intuição aguçada que só ela, sabia que isso traria grandes modificações em pouquíssimo tempo.
Os dias foram passando, as semanas foram correndo e o inevitável foi se revelando: as duas já estavam mais distantes. Mallukinha precisava dividir seu tempo entre faculdade, família, monografia e o namorado. Sim, sim, ela começou a namorar.
Já a Candy dividia-se entre faculdade, monografia, livros e novas amigas.
O tempo de conversa no celular diminuiu, as saídas juntas diminuíram. Só o que aumentou foi a distância.
Porém, por mais que a amizade não fosse a mesma, existia uma cumplicidade entre ambas que não poderia ser esquecida jamais.
A má influência voltou a rondá-las: “ei, arranjei um pozinho... sobrou lá em casa... vocês querem?”
As duas garotinhas se olharam e sabiam da promessa que tinham feito de nunca mais se envolver em nada desse tipo, e logo responderam que não queriam.
Fatos como esse mostravam que a amizade podia até não mais existir, mas tinha tido todo um significado na vida de ambas.
Se antes de começar a aula elas matavam o tempo nas escadas rindo e conversando, agora esse tempo era ocioso e as conversas estavam resumidas em: “bom dia! E aí, como você está?”.
Todos perceberam essas mudanças e questionavam o porquê. Elas não sabiam o que responder e apenas diziam que estava a mesma coisa, que era impressão das pessoas. Talvez as garotinhas não quisessem assumir para si mesmas que tudo que elas achavam que existia ficou preso no passado e que a amizade nem sempre é para sempre.
No começo da distância Candy se sentia sozinha, abandonada. Tentava contato, mas Mallukinha parecia não perceber. Aos poucos aquela Candy defensiva voltava e tinha decidido que se distanciaria mesmo.
“É melhor... a gente estava muito junta já e isso ‘né’ bom não”. (cara de ressentida)
E assim os meses foram se passando e a vida aos poucos foi voltando ao seu rumo. Candy e Mallukinha totalmente entretida nas suas respectivas vidas. O vazio deixado na vida das garotinhas parecia já ter sido preenchido.
E as duas seguiram uma sem a outra.
Mas, como se sabe, a vida não é estática e um fato novo as fez reaver essa antiga amizade...
(continua)

criado por Candy
10:46:09Parte II
Até que...
A tia de Mallukinha começou a descobrir algumas das mentiras contadas e deduziu que a Candy estaria junto em todas elas. E deu um ultimato: ou as duas paravam de fazer besteira ou ela contaria tudo que estava acontecendo aos pais da Candy. “Vocês estão agindo como crianças, então serão tratadas como tal”.
A tia chegou em um ponto crucial para a Candy, que era o (não) envolvimento dos pais na história. Pobre Candy... não queria que seus pais se decepcionassem mais uma vez com ela, sem pensar que tudo o que acontece consigo, envolve automaticamente toda sua família. Iludida Candy...
Ao saber do ultimato Candy ficou paralisada, mil hipóteses passaram por sua cabeça. Mallukinha decidiu aquietar-se e mostrou-se compreensiva ao dizer que entendia que as duas se separassem, que era para Candy não se prejudicar.
Surpresa para ambas foi quando a Candy, depois de passado o susto, disse que não haveria distância entre elas coisa nenhuma. “Amiga é em todo momento e não só nas festas”.
Elas nem tinham percebido, mas a aproximação que tinha começado por pura farra, tinha virado uma amizade verdadeira. Aquela amizade que é para toda a hora. A parceria entre elas não era apenas uma parceria... era uma parceria com base na amizade e em tudo que tinham passado até então e aprendido com todas as novidades.
Enquanto as outras pessoas ao redor delas continuavam com os mesmos hábitos pouco saudáveis, elas tinham se transformado em pessoas diferentes e iguais ao mesmo tempo. Diferentes porque tinham mudado o que estavam fazendo nos últimos tempos; iguais porque elas continuam trilhando caminhos semelhantes.
Passeio ao Shopping, filminhos, caminhadas, estudos, trabalhos da faculdade, congressos, palestras, horas no MSN, horas no celular, SMS, trocas de MP3... enfim, a amizade delas realmente tinha virado uma amizade saudável.
Elas percebiam que a cada dia que passava estavam cada vez mais próximas.
Confidências aos milhares. Candy, a mais ‘durona’, ia ensinando como não se deixar levar por falsas promessas de ninguém, principalmente a lábia masculina.
“Você tem que ser mais você sempre!”, era o que ela mais dizia.
E, juntas, elas iam se divertindo com as relações masculinas (cada qual com seu cada qual). “Você não sabe o que aconteceu hoje...”. E assim começava mais uma confissão.
Troca de experiências.
E aquelas meninas não eram mais tão bobinhas e inexperientes assim. Elas cresciam juntas.
E como elas eram diferentes! Uma era popularmente conhecida como a estressada; a outra era a calma. Uma falava pelos cotovelos; a outra só escutava. Uma era, aparentemente, fechada para sentimentos; a outra mais aberta. Uma tinha fama de pisar nos homens; a outra de ser pisada. Uma com jeito imponente; a outra, de coitadinha. Uma extremamente ligada aos estudos; a outra nem tanto. Uma escutava rock; a outra, forró.
(...)
Mesmo diante de tanta diferença eles continuavam firmes e fortes. Só bastava que se olhassem para saber o que se passava na cabeça da outra. Quando queriam conversar sobre algo e tivesse mais gente por perto, bastava que se olhassem para saber sobre o que se tratava. Não precisavam de palavras para se expressar. Era incrivelmente fantástico tudo isso.
Havia quem desconfiasse que ali existia mais que uma amizade. Existiria um relacionamento amoroso? Não, não.
Quando Mallukinha queria voltar a fazer besteira, Candy não deixava. Quando Candy queria jogar tudo para o alto, Mallukinha não deixava.
Mallukinha queria de qualquer jeito ‘pegar outro cigarrinho’ e para isso ia subir ao morro para comprar. Candy não deixou de jeito nenhum.
Sorte de ambas! Porque, caso Mallukinha decidisse ir, Candy não a deixaria ir sozinha e subiria também. E nesse dia houve batida policial no local.
“Você ta financiando a violência, sabia? Sem contar os milhares de problemas que vão desde a sua família à você”.
“Deixa de drama, Candy... é uma vez só...”
Mas isso não impedia que elas vacilassem de vez em quando.
Mallukinha: Candy, o que você está fazendo?
Candy: Resolvendo uns problemas perto da ‘facul’, por quê?
Mallukinha: Acabei de atender um cliente no plantão. Casca grossa... preciso beber.
Depois de Mallukinha convencer Candy a ir a um pagode que estava acontecendo na cidade... elas foram e conseguiram mais substâncias ilícitas. Consumiram, mas juraram que era a última vez. E realmente foi. Nunca mais nenhuma delas se aproximou de nada disso. Drogas eram coisas do passado, que foi enterrado.
Tudo ia perfeitamente perfeito. A tia começou a ver a amizade entre ambas com ótimos olhos. Ela percebia que, ali sim, existia uma amizade sincera, verdadeira e ‘de futuro’.
Só que essa amizade não contava com uma coisa...
(continua)
*se eu demorar a responder os comentários é porque minha vida está uma loucura. Mas assim que der eu o faço. =)

criado por Candy
20:11:29Essa história tem algumas partes e por ser pesada e importante para mim, resolvi dividí-la. Pode ser que eu continue a contar ou não.
Parte I
Era uma vez duas garotinhas. Bobas, inocentes, inexperientes e calouras de uma faculdade. Elas se conheceram por acaso (acaso que elas não acreditam existir) e começaram a conversar e aos poucos foram descobrindo que tinham muita coisa em comum. Mas ambas eram muito defensivas e tentavam manter uma certa distância. Elas eram muito desconfiadas com tudo e com todos.
O que será que teria acontecido na vida delas para agirem assim?
Uma delas deixou escapar que adorava um certo grau etílico no fim de semana. A outra abriu um sorrisão e elas passaram a se entender cada dia mais e melhor. Certo dia elas se encontram fora da faculdade e foram confirmar que realmente gostavam do álcool tanto assim. Elas eram ‘igualzinhas’!
A parceria delas só crescia cada dia mais. Além da adoração ao álcool começaram a surgir histórias cada dia mais engraçadas e divertidas.
Passaram a sair juntas, sempre. Para qualquer canto.
Onde uma estava com certeza a outra também estaria.
Passaram não somente a sair juntas como a fazer besteiras juntas. E junto com essas besteiras vieram as muitas mentiras contadas em casa. E aquilo se tornava cada dia mais divertido e a parceria continuava crescendo.
Chegou um tempo que as duas só saíam juntas e mesmo sem perceber se distanciaram de todos e se excluíam. Um grupo deixava de ser um grupo e só existia uma dupla. “A” dupla.
Elas conheceram juntas um porre atrás do outro com pitadas de mentira. O cigarro. A mistura de cigarro e álcool. O contato com traficantes .O primeiro ‘bécker’. A vida sempre ficando mais emocionante.
E a proximidade era cada dia maior. Os apelidos entre elas eram muitos.
Candy e Mallukinha, Lili e Lulu, B2 e B1 (sim, sim... elas desenterraram os bananas de pijama), Arroz e Feijão.
Elas já se consideravam Almas ‘Gêmulas’.
E existiriam pessoas mais amigas no mundo?
Não, claro que não!
Elas já nem eram mais tão defensivas entre si.
Até que...
(continua no próximo post)

criado por Candy
20:44:17