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R I S C O S . . .
Rir é correr o risco de parecer tolo.
Chorar é correr o risco de parecer sentimental.
Estender a mão é correr o risco de se envolver.
Expor seus sentimentos é correr o risco de mostrar seu verdadeiro eu.
Defender seus sonhos e idéias diante da multidão é correr o risco de perder as pessoas.
Amar é correr o risco de não ser correspondido.
Viver é correr o risco de morrer.
Confiar é correr o risco de se decepcionar.
Tentar é correr o risco de fracassar.
Mas os riscos devem ser corridos, porque o maior perigo é não
arriscar nada.
A pessoa que não corre nenhum risco não faz nada, não tem nada e não é nada.
Elas podem até evitar sofrimentos e desilusões, mas elas não
conseguem nada, não sentem, não mudam, não crescem, não amam, não vivem.
Acorrentadas por suas atitudes, elas viram escravas, privam-se de sua liberdade.
Somente a pessoa que corre riscos é livre.
Corra Riscos... aí é que está o barato da vida!!!
(Autor Desconhecido)
*Parece loucura, mas eu estou disposta a correr esse risco de novo. Não sei se é loucura, burrice ou vontade de tentar. Mas isso é assunto para outro dia quando as 'coisas' se ajeitarem.
**Mais um mês vem aí. Está voando!

criado por Candy
19:31:37Interessante como tudo que acontece tem um porquê e não acontece por acaso, assim como o tempo que você espera sempre tem uma causa.
Eu andava meio impaciente com o tempo, achando tudo lento e acelerado.
Acelerado porque parece que meu dia não rende.
Lento porque tem muita coisa que eu espero incessantemente acontecer e parece que a cada dia que passa fica mais distante. Não sei como isso acontece, mas é assim que tenho me sentido.
Brigo, reclamo, faço cara feia, biquinho, fico triste. Algo que não acontece é eu me conformar (ainda bem, diga-se de passagem).
Mas enquanto eu estava aqui no computador, sem ter o que fazer (sim, tirei uns dias de férias do estudo – lê-se um dia), sem saber o que postar no meu blog e com a cabeça a mil, minha playlist começa com uma música (que eu nem gosto e provavelmente eu não baixei) que fez ter mais um estalo sobre o assunto.
Sim, eu penso muito sobre o tempo e já escrevi sobre isso. No entanto, parece que só nos conformamos com ele quando temos um insight e foi exatamente o que aconteceu comigo.
Não sei quanto tempo vai durar essa fase, mas tenho tentado ficar mais tranqüila e pensar que se for para acontecer, vai acontecer. E o mais importante: quando eu estiver pronta.
“Não se afobe não
que nada é para já”.


criado por Candy
21:54:09Recebi um meme, da Intense. Então, vamos lá às respostas, mas antes, as regras do jogo:
1° - A pessoa selecionada deve fazer uma lista com 8 coisas que gostaria de fazer antes de morrer.
2° - É necessário que se faça uma postagem relacionando estas 8 coisas, não importando o que seja, é necessário que a pessoa explique as regras do jogo.
3° - Ao finalizar devemos convidar 8 parceiros de blogs amigos.
4° - Deixar um comentário no blog de quem nos convidou e nos nossos convidados, para que saibam da intimação.
Eu como sou metida, vou modificar um pouco e dividir em duas metades: A primeira que eu quero fazer num prazo curto de cinco anos e a outra, à longo prazo.
Levando em conta que eu tenho a idéia que vou morrer cedo, mas isso é assunto para outro dia.
Primeira metade:
- Ser independente financeiramente
- Sair de casa
- Solidificar minha base profissional
- Ser uma pessoa melhor
Segunda metade:
- Casar
- Ter filhinhos lindos e cabeludos
- Ser voluntária
- Conhecer cada cantinho do nosso país.
Viram só como às vezes posso parecer tão ambiciosa, mas na verdade tenho sonhos e vontades singelos?
Bem, indico o meme à Rosangela, Jessica, Laura e Aprendiz
Ah, agora vem o selinho que recebi do Branquelo:

Indico à Lile, Marina e Mi.
\o/
Obrigada, Branqueeeelo!
:D

criado por Candy
11:24:00Chega de post depressivo e falando apenas de conflitos.
Vocês vão ficar livres desses temas por um tempo (pelo menos é o que pretendo).
Os comentários sobre minha mãe (post passado) são esperados e bem vindos.
Queria falar como foi meu feriadão, mas para isso é preciso voltar à quinta-feira. Como eu disse, ando muito cansada, então, tudo que eu queria era dormir o feriadão INTEIRO, não fazer nada, não sair... enfim, só descansar e repor energias.
Mas minha supervisora do estágio fez o favor de passar uma super atividade para entregar na próxima quinta, o que me fez dedicar boa parte dos meus dias de folga à isso.
Gastei muito tempo da sexta nesta atividade (sem fim, diga-se de passagem) e não saí para canto nenhum. No sábado continuei a estudar, mas passei quando estava muito bem no MSN espairecendo com Gabriel (o paulista mais mais de todos os tempos) só que comecei a sentir enjôos e resolvi ir me deitar um pouco. Daí pra frente só fez piorar. Passei realmente mal, não dormi nadinha de um dia para o outro. Coloquei para fora toda a comida existente em meu corpo (sim, meu blog também pode ser nojento), a pressão despencou, tive febre, quase desmaiei e em alguns momentos achei que estivesse alucinando.
No domingo resolvi não comer nadica de nada. Até água eu evitei, afinal, não sabia o que tinha me feito tanto mal.
Uma amiga liga e diz que tem senhas para uma super festa na melhor boate da cidade. Eu nem estava com muita vontade de farrear (até porque ainda estava mole, mole do dia anterior), mas sabe como é... festa de graça?! Tô dentro!
Caprichei na roupa, no salto, na maquiagem e naquele sorriso encantador (esqueçamos a modéstia). Ainda passei no shopping correndo porque tava fechando, para Erica comprar num sei o quê. Depois pegamos minha amiga e fomos.
Lá fora estava LOTADO já! E o melhor: era festa de encerramento de algum Congresso aí da vida e só tinha gente de fora. (huhuhu! Não gosto das pessoas daqui).
Comecei meio tímida, achando que tava no lugar errado, afinal, já faziam bons meses que eu não ia para este tipo de festa. Mas passados poucos minutos, fiz o que toda solteira que se preze faz: Caí na pista. Dancei MUITO, me diverti horrores!
Era quadril prum lado, cintura pro outro. Braço pra cima, braço para baixo. Olhos fechados e a música invadindo meu corpo.
Sabe aquela pessoa empolgada, toda suada, se acabando de dançar, que não dá a menor atenção para os marmanjos que se aproximam porque está ali só para dançar? Era eu!
Só parei em dois momentos: Quando tocou o “Créu” porque já é demais para mim e quando começou o danado do forró. Não, eu não mereço forró.
Do nada me aparece um cidadão mexendo comigo que era nada mais nada menos que o filho de Evo Morales!
Vocês não imaginam como ele parecia com Evo Morales! E eu com vontade de dizer isso a ele, mas meu bom senso falou mais alto. Hehehehe
Resumindo: foi muito divertido, engraçado, dancei muito, tirei onda com Deus e o mundo e ainda foi um programa quase 0800. Para que mais?!
hehehehhe
Essa sim é minha essência!
Boa semana!!!!!!!!!

criado por Candy
20:40:1221 de abril, aniversário da minha mãe.
Uma figura ímpar na minha vida, de uma importância desmedida. A mãe. Minha mãe.
Pois é... praticamente desde que comecei na vida de blog (há quase um ano) que tento criar forças para escrever sobre ela, mas sempre terminando tirando o foco. Talvez medo, vergonha, raiva, não estar preparada ou porque simplesmente não era o momento.
Mas agora sinto que devo escrever sobre ela, por mais que me doa bastante. E como dói, gente.
Os sentimentos em relação a ela são os mais diversos. Bons e ruins. Costumo dizer que são sentimentos ambivalentes e por ela ser uma figura tão importante na minha vida, eu não posso deixá-la simplesmente de lado e fingir que ela não é importante.
(a relação com meu pai é, à vezes, conturbada porque somos muito sinceros, transparentes e parecidos, então batemos de frente - vide post anterior. Mas entre nós dois há verdade. Com minha mãe não sei. Por mais que eu reclame dele, tenho CERTEZA que ele SEMPRE quer meu bem, coisa que não tenho tanta certeza com relação à minha mãe).
Mas deixa-me começar do começo.
Do pouco que lembro da minha infância, eu era muito ligada à ela, ela sempre fazia minhas vontades e eu era a “bonequinha” dela. Sempre me defendia e procurava meu bem. Até que em algum momento, provavelmente eu também sendo responsável por isso, ela mudou. E como mudou. Passou a sempre dar razão à minha irmã (o que acontece até hoje), a brigar muito comigo e me dizer coisas horríveis.
Não esqueço NUNCA de quando eu era adolescente e ela disse “não queria ser sua mãe. Preferia que você tivesse morrido”.
Acho que nunca chorei tanto na minha vida. Foi horrível mesmo. Claro que ela estava muito nervosa, pois estávamos no meio de uma briga feia, mas nada justifica uma mãe dizer isso à filha.
Nesse dia, resolvi passar o dia no colégio, o lugar que eu menos queria estar era em casa. Ela percebeu que tinha errado e veio, à noite, me pedir desculpas chorando. Não, eu não desculpo. Não, eu não esqueço. Está além de minhas possibilidades.
À partir desse dia as coisas mudaram para mim. Eu sempre fui quieta, fechada e calada em casa, mas isso tudo se intensificou e agora, escrevendo, vou me dando conta que também levei essa armadura para fora de casa, nos meus relacionamentos.
Mas não fica por aí. Há certas características nela que eu simplesmente repudio totalmente (não só nela, mas nas pessoas no geral). Características essas que eu tenho um monte e provavelmente por isso repudio (não adianta me perguntar quais são porque não estou pronta ainda para assumir tudo isso para terceiros). E tem ficado cada dia pior conviver com uma pessoa assim.
Ela mente muito, manipula, dramatiza, é dominadora disfarçada (para as pessoas acharem que ela é submissa), egoísta, joga as pessoas umas contra as outras. Enfim, tudo que não gosto nas pessoas.
Se ela faz isso de propósito ou se foi a forma que ela aprender a viver para se defender das decepções da vida, eu não sei. Sei que não gosto e isso mexe comigo.
Por outro lado ela é uma mãe excelente, daquela que faz de tudo para agradar. Faz tudo que pode por mim, me agrada, me elogia, faz minhas vontades, cuida de mim, se preocupa. Perceberam a confusão que habita na minha pobre cabeça? Como uma pessoa tão maquiavélica pode ser tão boa? Será que ela faz isso de caso pensado, manipulando novamente? Será que ela nem percebe que é assim? Será que sou paranóica e louca?
Não sei. Sei que do jeito que está não dá mais. Não confio nela e não a quero por perto, às vezes até sua voz me tira do sério, sua forma de contar mentiras deslavadas (e eu percebendo que ela está mentindo) me enlouquecem, a forma como ela quer comandar minha vida me faz ser ainda mais agressiva.
Ela me faz sofrer, chorar, desejar viver longe daqui, me sentir culpada por sentir tanta coisa ruim pela minha própria mãe.
Por outro lado, não imagino minha vida sem ela. Não mesmo. Ela é uma parte de mim. Alguém que eu não aprendi a viver sem, uma ligação meio simbiôntica mesmo.
Parabéns para uma das pessoas mais importantes da minha vida e uma das que eu mais amo.


criado por Candy
08:49:18